Segurança Colaborativa: como uma empresa sem experiência em segurança escalou do zero

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O cenário: uma empresa de rastreamento entrando em segurança

A segurança colaborativa abriu uma nova oportunidade de negócio para uma empresa de rastreamento veicular e telemetria, que integra um grupo com outras operações ligadas ao setor automotivo e faturamento acima de R$ 50 milhões por ano. Até então, sua atuação estava concentrada em rastreamento e gestão de frotas, sem nenhum histórico técnico prévio em monitoramento de condomínios, portaria remota ou segurança patrimonial.

A entrada no setor de segurança começou em uma capital do Nordeste, com um modelo de postes de monitoramento padronizado em três câmeras por unidade. A expansão para outras cidades seguiu a malha de presença comercial que o grupo já possuía em suas outras operações, acelerando a chegada da segurança colaborativa a novas praças.

Os desafios para começar uma operação de segurança

A empresa identificou uma oportunidade de mercado clara: entrar no setor de segurança com uma oferta baseada em torres/postos de monitoramento — partindo literalmente do zero, sem experiência prévia no segmento, sem base de clientes de segurança e sem estrutura técnica montada pra esse tipo de operação.

Havia também um desafio técnico de origem: evitar o modelo tradicional de gravação local, que expõe equipamentos a furto e trava a escalabilidade conforme a operação cresce em novas cidades. A proposta precisava ser simples o suficiente pra ser vendida, instalada e ativada em múltiplas praças ao mesmo tempo, sem depender de uma equipe técnica especializada em cada uma delas.

Como a tecnologia viabilizou a expansão

A empresa optou pela Monuv como base tecnológica de ponta a ponta. Cada posto tem infraestrutura isolada de energia e conexão (link dedicado ou 4G/LTE) — as câmeras IP se conectam direto à nuvem, sem processadores ou gravadores expostos no local, eliminando o risco de furto de equipamento que existe em soluções locais. A ativação de cada novo posto segue um fluxo padronizado: instalação, provisionamento das câmeras na plataforma, configuração das regras de monitoramento e liberação de acesso pro cliente final via aplicativo próprio, com transmissão ao vivo e histórico de alertas.

O modelo de resposta é estruturado em camadas: o cliente acompanha pelo app, uma equipe de pronta-resposta trata as ocorrências, e há integração com órgãos públicos de segurança em algumas das praças onde a empresa já opera.

A operação prioriza um escopo enxuto por enquanto — a gravação em nuvem é o recurso central contratado hoje, priorizando velocidade de implantação e um pacote comercialmente agressivo. LPR (leitura de placa) e reconhecimento facial já estão no radar como próxima camada de evolução.

Os resultados: uma câmera nova a cada 6 horas

A operação começou pequena, em maio de 2025, numa empresa que nunca tinha atuado em segurança. Desde então, o ritmo de expansão não parou: em média, uma câmera nova entra em operação a cada 6 horas — todos os dias, sem interrupção, há mais de um ano.

Internamente, esse ritmo também se refletiu na receita recorrente da operação, que multiplicou por mais de 23 vezes no mesmo período — crescimento sustentado, em ritmo de dois dígitos em praticamente todos os meses, com picos mensais acima de 50%.

O que esse case mostra sobre segurança colaborativa

Essa história mostra que não é preciso já operar segurança pra entrar nesse mercado. Com a infraestrutura certa, uma empresa de um setor completamente diferente lançou e escalou uma nova linha de negócio em segurança colaborativa em pouco mais de um ano — hoje ativando, em média, uma câmera nova a cada 6 horas, sem nunca ter tocado numa câmera de monitoramento antes.

Sendo a maior detentora de volume em segurança colaborativa no Brasil e na América Latina, a Monuv já viveu — e resolveu — esse tipo de desafio de escala ao lado de outras operações, dentro e fora do setor de segurança. A tecnologia está pronta; a pergunta é só quando cada operação vai decidir usá-la.

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