Guia prático: como integrar câmeras ao Smart Sampa com a Monuv

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O SmartSampa, programa oficial da Prefeitura de São Paulo, tornou-se um dos temas mais buscados por centrais de monitoramento, empresas de segurança e integradores que atuam com videomonitoramento urbano. E não por acaso. Trata-se da iniciativa municipal mais estruturada do país para ampliar a segurança pública por meio da integração de câmeras privadas ao poder público.

Neste guia prático, você vai entender como funciona o SmartSampa, quais são os requisitos técnicos, quem pode participar e como preparar sua operação para integrar câmeras ao programa de forma correta, escalável e dentro dos padrões exigidos pela Prefeitura de São Paulo.

O que é o SmartSampa e por que o programa importa para o setor de segurança

O SmartSampa é um programa de segurança pública colaborativa que conecta câmeras privadas ao sistema de videomonitoramento da Prefeitura de São Paulo. O objetivo é ampliar a cobertura urbana, melhorar a capacidade de prevenção e acelerar a resposta a ocorrências em áreas públicas.

Para empresas de segurança e centrais de monitoramento, o SmartSampa representa mais do que um projeto institucional: é uma oportunidade operacional, comercial e estratégica.

Integrar câmeras privadas ao ecossistema público passou a ser um diferencial competitivo, abrindo espaço para novos serviços, contratos e modelos de receita.

Como funciona o SmartSampa: estrutura, integração e modelo operacional

O fluxo do SmartSampa segue uma lógica parecida com processos técnicos de integração. Existe um padrão, O funcionamento do SmartSampa segue uma lógica técnica clara, baseada em padronização, validação e homologação, semelhante a processos de integração entre sistemas.

O fluxo funciona assim:

  1. A empresa solicita participação no programa SmartSampa
  2. A Prefeitura avalia os requisitos técnicos mínimos
  3. As câmeras passam por testes de conformidade
  4. O acesso remoto criptografado é validado
  5. As câmeras são integradas à rede de videomonitoramento urbano

A partir desse momento, as imagens passam a contribuir com ações de prevenção, investigação e resposta, conectando o setor privado ao ecossistema público de segurança.

Requisitos técnicos do SmartSampa: o que uma câmera precisa para ser integrada

Para que uma câmera seja aceita no SmartSampa, ela precisa atender a padrões técnicos definidos pela Prefeitura de São Paulo. Entre os principais requisitos estão:

  • Resolução mínima exigida pelo programa
  • Conexão estável e alto uptime
  • Frame rate adequado para análise
  • Boa performance noturna
  • Posicionamento correto, cobrindo área pública
  • Retenção mínima de imagens
  • Compatibilidade com protocolos aceitos para integração

Câmeras com quedas frequentes, obstruções, má configuração ou instabilidade podem ser reprovadas ou removidas da rede após a homologação.s de configuração podem ser reprovadas.

Quem pode participar do SmartSampa

O programa SmartSampa é aberto a diferentes perfis do ecossistema de segurança, incluindo:

  • Centrais de monitoramento
  • Empresas de segurança privada
  • Integradores e instaladores
  • Condomínios, comércios e instituições privadas

Qualquer participante pode integrar câmeras ao SmartSampa, desde que cumpra os requisitos técnicos e aceite os termos definidos pela Prefeitura.

Passo a passo: como integrar sua operação ao SmartSampa

1. Avalie o parque de câmeras existente

Analise resolução, estabilidade, iluminação e posicionamento. Este é o principal ponto de reprovação no SmartSampa.

2. Valide se os equipamentos atendem ao padrão técnico

Verifique qualidade da imagem, retenção, transmissão e confiabilidade da conexão.

3. Ajuste o posicionamento das câmeras

Apenas câmeras que realmente contribuam para o monitoramento de áreas públicas são integradas.

4. Garanta acesso remoto seguro

A transmissão deve ser criptografada e compatível com os protocolos exigidos pelo programa.

5. Envie para homologação

A Prefeitura realiza testes técnicos antes de autorizar a integração ao SmartSampa.

6. Mantenha a conformidade operacional

Quedas, falhas ou obstruções recorrentes podem retirar a câmera da rede.

Por que centrais de monitoramento estão aderindo ao SmartSampa

Centrais que integram o SmartSampa conseguem:

  • Aumentar relevância no ecossistema de segurança de São Paulo
  • Oferecer serviços conectados ao poder público
  • Criar pacotes de integração como nova fonte de receita
  • Diferenciar sua operação frente à concorrência
  • Elevar o nível técnico e operacional da central

Operações que já utilizam IA aplicada ao monitoramento, VMS em nuvem e análises automáticas se adaptam com muito mais rapidez às exigências do SmartSampa.

Como a Monuv facilita a integração com o SmartSampa

A Monuv apoia empresas de segurança e centrais de monitoramento em todo o processo de integração ao SmartSampa, oferecendo:

  • Avaliação automática do parque com IA
  • Detecção de quedas, obstruções e falhas
  • VMS em nuvem compatível com padrões do programa
  • Gestão centralizada de pontos críticos
  • Suporte especializado para homologação
  • Monitoramento contínuo para manter conformidade

Isso reduz retrabalho, acelera processos e garante que a operação esteja sempre dentro do padrão exigido pela Prefeitura.

Pronto para integrar sua operação ao SmartSampa com a Monuv?

Os especialistas da Monuv acompanham sua equipe desde a análise técnica até a homologação das câmeras no SmartSampa, garantindo uma integração segura, validada e escalável.

👉 Entre em contato com a Monuv e leve sua central de monitoramento para o ecossistema do SmartSampa com eficiência e conformidade.

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