Reconhecimento Facial: a nova camada de IA preventiva da Monuv

Reconhecimento Facial Monuv

O reconhecimento facial no mercado de segurança costuma ser lembrado pela sua eficiência investigativa: analisar gravações para identificar um rosto depois que um fato já aconteceu. Mas usar a tecnologia apenas dessa forma é aproveitar metade do seu potencial. O verdadeiro valor está em transformar o histórico em prevenção.

A Monuv apresenta, no SegSummit 2026, uma nova abordagem: o Reconhecimento Facial, uma inteligência artificial que atua como camada preventiva, comparando rostos em tempo real e alertando a equipe de monitoramento no instante em que uma correspondência é encontrada, para que a decisão seja tomada antes, não depois.

O que é o Reconhecimento Facial da Monuv

O Reconhecimento Facial é uma nova inteligência artificial da plataforma Monuv que atua sobre as câmeras conectadas à nuvem, comparando em tempo real os rostos captados com uma Lista de Observação cadastrada previamente pelo próprio cliente. Ao encontrar uma correspondência daquele rosto, a plataforma Monuv gera um alerta, em até 3 segundos, e o envia para a equipe responsável, que avalia a informação e decide o que fazer. A decisão final é sempre de um operador humano: a IA identifica, as pessoas decidem.

Como funciona: da câmera ao alerta

O evento chega pronto para análise: pop-up na web, push no aplicativo e registro completo na Central Inteligente, com o rosto detectado, o rosto da lista, horário e nível de confiança. Ao abrir um evento, o operador pode ir direto da notificação para a visualização ao vivo da câmera que evidencia o alerta, e cada ocorrência fica registrada na Central Inteligente, com as integrações já disponíveis na plataforma. A operação funciona em streaming contínuo, com cobertura de 12h ou 24h, conforme a necessidade do cliente.

Uma lista de observação que acompanha toda a rede

Cada cliente cadastra sua própria Lista de Observação, com suporte a até 100 listas e 100 rostos cada. O diferencial está na escala: uma mesma lista pode ser compartilhada entre locais, câmeras, unidades e prédios, permitindo que uma identificação feita em um local informe toda a rede monitorada pelo cliente, sem precisar cadastrar o mesmo rosto em cada unidade separadamente.

Onde a IA de reconhecimento facial faz mais diferença

Essa lógica de lista compartilhada é especialmente relevante para:

  • centrais de monitoramento que atendem vários condomínios;
  • redes de varejo com múltiplas lojas;
  • hospitais e unidades de saúde;
  • varejo autônomo;
  • indústrias e empresas que possuem filiais;

Em todos esses cenários, o ganho está em tratar a segurança como uma rede só, e não como pontos isolados.

Compatível com câmeras de mercado, sem travas de hardware

O reconhecimento facial funciona com câmeras de mercado. Em cenários mais controlados, câmeras simples já são suficientes; ambientes com maior fluxo de pessoas contam com recomendações específicas para garantir a qualidade da captura, o que significa que a tecnologia pode ser planejada já na instalação de câmeras novas, dimensionada para o tipo de ambiente de cada operação.

Integração com outros softwares já usados pela operação

Cada ocorrência de Reconhecimento Facial fica registrada na Central Inteligente, com as integrações já disponíveis na plataforma Monuv, o que permite que o evento de IA converse com os demais sistemas de gestão de alarme e portaria que a central já utiliza, sem a necessidade de alternar entre sistema/plataformas.

Reconhecimento Facial e Smart Sampa: como funciona

A integração com o Smart Sampa permite o compartilhamento dos recortes de face capturados pelas câmeras, independentemente de haver correspondência com algum registro da Lista de Observação. Quando há uma face na cena, a IA realiza até 5 recortes por segundo, que podem ser enviados ao programa.

Para operações já homologadas no Smart Sampa, há dois cenários:

  • Operações que ainda não são clientes Monuv: basta contratar o pacote de Reconhecimento Facial (RF) e configurar o compartilhamento da câmera com o Smart Sampa. A integração não tem custo adicional.
  • Operações que já são clientes Monuv e possuem integração com o Smart Sampa via LPR: basta contratar o pacote de Reconhecimento Facial, pois o compartilhamento das câmeras já está configurado.

Reconhecimento Facial e LGPD: o que é preciso saber

Dados biométricos faciais são considerados dados sensíveis pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), o que exige cuidado redobrado no uso dessa tecnologia. Por isso, o Reconhecimento Facial da Monuv foi desenhado com a decisão humana como etapa obrigatória: a IA identifica uma possível correspondência, mas não age por conta própria, quem avalia a informação e decide o que fazer é sempre um operador humano. Cada cliente é responsável por definir a base legal e a finalidade de sua própria Lista de Observação. Este conteúdo é informativo e não substitui orientação jurídica especializada sobre o tratamento de dados biométricos na sua operação.

Como ter acesso prioritário a IA de Reconhecimento Facial

A Monuv apresentará o Reconhecimento Facial em primeira mão durante o SegSummit 2026, no Distrito Anhembi, em São Paulo, no dia 21 de outubro.

“A gente queria trazer para o SegSummit algo que mostrasse a Monuv olhando para frente, não só gravando, mas usando IA para ajudar quem monitora a agir antes“, diz Bruno Gouvea, CRO da Monuv.

Se quiser garantir prioridade e acesso à tecnologia, venha nos visitar no SegSummit, no estande A14, Alameda A.

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