Central abre uma linha de receita em segurança colaborativa, com mais de 1.800 câmeras novas em um ano
A central já monitorava clientes privados. Com a segurança colaborativa, passou a vender câmeras de rua para a comunidade e multiplicou a carteira em um ano.
Quem é o cliente
O cliente é uma central de monitoramento. É a empresa que acompanha câmeras e alarmes dos clientes à distância e aciona ajuda quando algo acontece. Até então, a receita vinha de contratos com clientes privados.
A segurança colaborativa é um modelo diferente. As câmeras ficam voltadas para a rua e as imagens são compartilhadas com a comunidade, com controle de quem vê o quê.
- Tipo de operação
- Central de monitoramento
- Câmeras
- 1.852 (eram 54 um ano antes)
- Tecnologia Monuv
- VMS em nuvem, gravação em nuvem, IA de presença e de pessoa suspeita
- Com a Monuv desde
- 2025
O desafio de crescer com segurança colaborativa
A central queria crescer além dos contratos privados. Para isso, precisava de um modelo que funcionasse com muitos clientes pequenos.
A receita estava concentrada em poucos clientes privados. Quando um contrato grande sai, o faturamento sente na hora.
São muitos pontos pequenos, que precisam ser ativados rápido e com custo baixo. Um gravador em cada poste tornaria a conta difícil de fechar.
Compartilhar com a comunidade exige controle de quem vê o quê. Cada cliente deve acessar só as câmeras do seu plano.
Como a central montou a operação de segurança colaborativa
A central montou a operação de segurança colaborativa no VMS em nuvem da Monuv. VMS em nuvem é o sistema que reúne e grava todas as câmeras pela internet, sem servidor no local. A IA é a análise automática do vídeo, que reconhece pessoas e comportamentos de risco.
Câmeras de rua direto na nuvem, sem gravador em cada ponto. Ativar uma câmera nova vira um cadastro, não uma obra.
Gravação de 3 dias como padrão, com planos maiores quando preciso. A central ajusta o serviço ao que cada cliente precisa.
IA de presença e de pessoa suspeita nos pontos mais sensíveis. O operador recebe um aviso quando há alguém onde não deveria, em vez de olhar todas as telas o tempo todo.
Cada usuário tem login e perfil próprios. Assim, cada cliente e a equipe da central veem só o que têm permissão para ver.
Como funciona na prática
Quando alguém fica parado de madrugada em frente a uma loja, a IA de pessoa suspeita analisa o comportamento no vídeo. Se o padrão parece de risco, o operador da central recebe um alerta com a imagem. Ele confere a cena ao vivo e decide o próximo passo. As imagens ficam gravadas na nuvem, longe do alcance de quem está na rua.
Resultados da segurança colaborativa na central
Em um ano, a segurança colaborativa virou uma nova linha de negócio da central.
Novas em 12 meses. Cada uma ativada direto na nuvem, sem gravador no ponto.
A carteira em um ano: de 54 para 1.852 câmeras. A central saiu de uma operação pequena para uma base de rua relevante.
Recorrente, vendida para moradores e comércio. A receita deixa de depender só dos contratos privados.
Perguntas frequentes
É um modelo em que câmeras voltadas para a rua são compartilhadas com a comunidade. Moradores e comércio contratam o serviço e veem as imagens pelo aplicativo. As imagens também podem apoiar programas públicos de monitoramento.
Não. Com um VMS em nuvem, a câmera envia o vídeo direto pela internet e a gravação fica na nuvem. Isso reduz equipamento no ponto e facilita a ativação.
O começo é escolher os pontos, instalar as câmeras e cadastrar tudo na plataforma. Depois, a central define os planos de gravação e libera o acesso aos clientes. Os valores por câmera estão na página de preços.
Tecnologia Monuv neste case
Outros cases
Segurança colaborativa vira a maior operação de uma central de SP em menos de 3 anos
Ler caseIntegrador forma uma rede de quase 13 mil câmeras em condomínios e ruas, com leitura de placas
Ler caseEmpresa de rastreamento sem experiência em segurança cria um negócio novo e multiplica por 23 a receita recorrente
Ler caseQuer esse resultado na sua central?
Mostramos a plataforma com câmeras e cenários parecidos com os seus.
Falar com especialista