Empresa de rastreamento sem experiência em segurança cria um negócio novo e multiplica por 23 a receita recorrente
Uma empresa de telemetria de uma capital do Nordeste montou uma operação de segurança colaborativa do zero. Em pouco mais de um ano, ativava uma câmera a cada 6 horas.
Quem é o cliente
O cliente é uma empresa de rastreamento e telemetria de veículos de uma capital do Nordeste. Telemetria é o envio automático de dados do veículo, como localização, para uma central. O grupo fatura acima de R$ 50 milhões por ano.
A segurança colaborativa foi o caminho para um negócio novo. Nela, câmeras voltadas para a rua protegem uma região, e as imagens são compartilhadas com os clientes.
- Tipo de operação
- Rastreamento e telemetria de veículos
- Região
- Capital do Nordeste, expandindo para outras cidades
- Faturamento do grupo
- Acima de R$ 50 milhões por ano
- Tecnologia Monuv
- VMS em nuvem, câmeras IP direto na nuvem, aplicativo para o cliente
O desafio de montar uma operação de segurança colaborativa do zero
A empresa tinha base comercial e presença em várias cidades, mas nenhuma experiência em segurança.
Não havia quem montasse e mantivesse servidores de vídeo. Formar esse time levaria tempo e dinheiro.
Gravador local pode ser furtado e não escala. Na rua, um aparelho com as gravações é alvo fácil, e cada novo ponto seria mais um para manter.
Eram várias cidades, sem equipe especializada em cada uma. O processo precisava ser simples o bastante para qualquer equipe local seguir.
Como funciona a operação de segurança colaborativa
A empresa padronizou um posto de monitoramento simples e repetível. As câmeras IP, que se conectam sozinhas à internet, enviam o vídeo direto para o VMS em nuvem da Monuv. VMS em nuvem é o sistema que reúne e grava todas as câmeras pela internet, sem servidor no local.
Três câmeras IP por posto, ligadas direto na nuvem, sem gravador. Não há aparelho na rua para ser furtado.
Instalar, cadastrar a câmera, configurar regras e liberar o aplicativo para o cliente. Toda cidade nova segue a mesma receita.
Aplicativo do cliente, equipe de pronta resposta e integração com os órgãos públicos. Cada ocorrência tem um caminho claro, do aviso ao atendimento.
Como funciona na prática
Quando um posto novo é instalado, a equipe local segue os mesmos passos de sempre. A câmera é cadastrada na plataforma e começa a gravar na nuvem. As regras são configuradas e o cliente recebe acesso ao aplicativo. Se algo acontece na rua, o cliente vê pelo aplicativo e a pronta resposta pode ser acionada.
Resultados da nova operação de segurança colaborativa
Sem experiência anterior em segurança, a empresa criou um negócio que cresce todo mês.
A receita recorrente em pouco mais de um ano. Um negócio que começou do zero passou a gerar receita todo mês.
Ativada, em média. O processo padrão permite crescer rápido, mesmo sem equipe técnica de segurança.
De dois dígitos, com picos acima de 50%. A expansão para outras cidades segue o mesmo modelo de posto.
Perguntas frequentes
Pode, desde que o processo seja simples e repetível. Neste case, um posto padrão e passos fixos de ativação permitiram crescer sem equipe técnica de segurança. A plataforma em nuvem tira da frente a parte mais difícil, que é manter servidores.
Não. A câmera IP pode enviar o vídeo direto para um VMS em nuvem, onde as imagens ficam gravadas. Isso evita ter na rua um aparelho que pode ser furtado.
O segredo é padronizar o posto e o processo de ativação. Assim, cada cidade nova segue os mesmos passos, sem depender de especialista local. Os planos por câmera estão na página de preços.
Tecnologia Monuv neste case
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