Indústria farmacêutica guarda até 90 dias de imagens de câmeras em nuvem nas áreas críticas, sem ampliar servidores
Áreas produtivas e de acesso controlado pedem mais tempo de registro. A indústria definiu a retenção por área e cresceu 40% em câmeras em um ano.
Quem é o cliente
O cliente é uma indústria farmacêutica e de biotecnologia. A fábrica tem áreas produtivas e áreas de acesso controlado. Segue regras rígidas de qualidade e de controle interno.
Nesse tipo de operação crítica, a câmera não serve só para segurança. A imagem também é registro de quem esteve em cada área e do que foi feito. Esse registro precisa estar disponível quando for pedido.
- Tipo de operação
- Indústria farmacêutica e de biotecnologia
- Câmeras
- 233 (eram 167 um ano antes)
- Tecnologia Monuv
- VMS em nuvem, gravação de 30 e 90 dias, conexão por VPN
- Com a Monuv desde
- 2024
O desafio de guardar imagens por mais tempo na indústria farmacêutica
No controle interno, a imagem é registro e precisa estar disponível quando pedida. Mas nem todas as áreas pedem o mesmo tempo de gravação.
Algumas áreas têm exigência de registro maior do que as outras. Guardar tudo pelo prazo mais longo seria caro. Guardar pouco deixaria as áreas críticas descobertas.
Storage é o conjunto de discos que guarda as gravações. Cada câmera nova pedia mais espaço local. Com o parque crescendo, o servidor teria de crescer junto.
A rede da fábrica é restrita, com regras rígidas de acesso. Qualquer sistema novo precisa respeitar essa política.
Como funciona a gravação em nuvem por área na fábrica
A indústria passou a gravar na nuvem da Monuv com retenção definida por área. Retenção é o tempo que as imagens ficam guardadas antes de serem apagadas. O VMS em nuvem, sistema que reúne e grava as câmeras pela internet, dispensou ampliar servidores.
As áreas críticas guardam 90 dias de imagens, e as demais guardam 30 dias. Cada área tem o registro de que precisa, sem desperdício.
Taxa de quadros é quantas imagens por segundo a câmera grava. Ela foi ajustada por câmera, para guardar mais pagando menos. Onde não é preciso tanto detalhe de movimento, a câmera grava menos quadros.
VPN é uma conexão privada e protegida entre a fábrica e a nuvem. Ela respeita a política de rede da fábrica. As câmeras enviam as imagens sem expor a rede interna.
Como funciona na prática
Quando o controle interno pede o registro de uma área crítica de semanas atrás, a equipe não procura em discos locais. A imagem ainda está guardada, porque essa área tem 90 dias de retenção. O responsável entra na plataforma, escolhe a câmera e busca o dia pedido. Nas áreas comuns, com 30 dias, o espaço não é gasto à toa. E cada câmera nova entra na plataforma já com a regra da sua área.
Resultados da gravação em nuvem na indústria farmacêutica
A indústria passou a crescer em câmeras sem crescer em servidores.
De imagens nas áreas críticas. O registro fica disponível pelo tempo que essas áreas pedem.
De câmeras em 12 meses, sem servidor novo. O parque foi de 167 para 233 câmeras sem ampliar a estrutura local.
Com conexão dedicada. A política de rede da fábrica foi mantida.
Perguntas frequentes
Com retenção por área, cada grupo de câmeras tem o seu tempo de gravação. Neste case, as áreas críticas guardam 90 dias e as demais, 30 dias. Assim, o custo acompanha a importância de cada área.
Sim. A conexão pode ser feita por VPN, uma ligação privada e protegida entre a fábrica e a nuvem. Neste case, a política de rede da fábrica foi mantida.
Com o VMS em nuvem, a gravação fica fora da fábrica. Cada câmera nova entra na plataforma sem exigir mais disco local. Neste case, o parque cresceu 40% em 12 meses sem servidor novo.
Tecnologia Monuv neste case
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