Integrador dobra a carteira de segurança colaborativa em um ano, vendendo leitura de placas e IA
Com câmeras de rua na nuvem e IA como diferencial, o integrador passou de 976 para 1.938 câmeras em 12 meses.
Quem é o cliente
O cliente é um integrador de segurança eletrônica. É a empresa que instala as câmeras, conecta tudo ao sistema e mantém o serviço funcionando. Ele trabalha com a Monuv desde 2024.
O foco do crescimento foi a segurança colaborativa. Nesse modelo, câmeras voltadas para a rua protegem uma região, e as imagens são compartilhadas com a comunidade.
- Tipo de operação
- Integrador de segurança eletrônica
- Câmeras
- 1.938 (eram 976 um ano antes)
- Tecnologia Monuv
- VMS em nuvem, IA de pessoa suspeita, leitura de placas, visualização ao vivo
- Com a Monuv desde
- 2024
O desafio de vender segurança colaborativa com mais valor
O integrador queria crescer em segurança colaborativa com um serviço que valesse mais do que câmera e gravação.
Só câmera e gravação vira disputa de centavos. Quando todos vendem a mesma coisa, ganha quem cobra menos.
Ativar câmera nova não podia depender de técnico no servidor. Cada visita técnica atrasa a entrega e pesa no custo.
Clientes pediam inteligência, como placas e alerta de suspeito. Eles queriam saber quem passou pela rua e ser avisados de comportamentos de risco.
IA para segurança colaborativa como item de venda
O integrador padronizou a oferta no VMS em nuvem da Monuv, com IA como item de venda. VMS em nuvem é o sistema que reúne e grava todas as câmeras pela internet, sem servidor no local. A IA é a análise automática do vídeo, que reconhece pessoas suspeitas e lê placas de veículos.
Gravação de 3 a 15 dias por câmera, conforme o plano. O cliente escolhe quanto tempo quer guardar as imagens.
IA de pessoa suspeita e leitura de placas nos pontos de maior valor. Esses recursos entram na proposta como itens extras, além da câmera e da gravação.
Ativação rápida, câmera a câmera, sem servidor. A equipe cadastra a câmera na plataforma e ela já começa a gravar na nuvem.
Como funciona na prática
Quando um carro passa várias vezes pela mesma rua, a leitura de placas registra cada passagem. Se alguém fica rondando um portão, a IA de pessoa suspeita gera um alerta. O cliente ou o operador vê a imagem e decide o que fazer. Tudo fica gravado na nuvem pelo tempo do plano contratado.
Resultados da IA na segurança colaborativa
Com IA no pacote, o integrador passou a vender mais do que câmera e gravação.
A carteira em um ano: de 976 para 1.938 câmeras. O integrador dobrou de tamanho em 12 meses.
Como itens de venda que aumentam o valor do contrato. O cliente paga por inteligência, e não só por imagem gravada.
Para manter em cada ponto. A mesma equipe consegue cuidar de uma base que dobrou.
Perguntas frequentes
Uma forma é vender inteligência junto com a câmera. Leitura de placas e alerta de pessoa suspeita entregam mais do que imagem gravada. Isso tira a conversa do preço por câmera.
Em geral, não. A IA da Monuv roda na nuvem e analisa o vídeo das câmeras conectadas à plataforma. Para ler placas, a câmera precisa estar posicionada para ver a placa com nitidez.
Com um VMS em nuvem, não há servidor local para configurar. A câmera é instalada, cadastrada na plataforma e passa a gravar na nuvem. Os planos estão na página de preços.
Tecnologia Monuv neste case
Outros cases
Integrador forma uma rede de quase 13 mil câmeras em condomínios e ruas, com leitura de placas
Ler caseCentral abre uma linha de receita em segurança colaborativa, com mais de 1.800 câmeras novas em um ano
Ler caseIntegrador triplica a base de clientes e multiplica por 4 o ticket médio vendendo câmeras em nuvem
Ler caseQuer esse resultado na sua operação?
Mostramos a plataforma com câmeras e cenários parecidos com os seus.
Falar com especialista